Antes de existir o Pastifício Primo, existiu uma viagem.
Em 2010, Ivan Bornes foi à Itália atrás de Vespas vintage. O que ele encontrou, entre um galpão e outro, foram máquinas velhas de fazer massa — extrusoras de bronze, cilindros de aço, equipamentos que carregavam décadas de farinha e de uso. Trouxe as máquinas. Em 29 de janeiro daquele ano — o Dia do Nhoque, como ele só foi descobrir depois — abriu o primeiro Pastifício Primo em Pinheiros, em São Paulo.
Não havia um plano de negócios de dez anos. Havia uma convicção: que dava para fazer em Sorocaba a melhor massa artesanal que alguém poderia comprar. Feita hoje de manhã. Com farinha boa, água e tempo.
O que fazemos
Fazemos massa fresca artesanal. Todo dia, na fábrica dentro da loja, antes de abrir as portas.
A massa do Primo começa com dois ingredientes: farinha de trigo tipo I e farinha grano duro. Água. Sem ovos, sem conservantes, sem aditivos. Passa pelas mesmas máquinas de bronze trazidas da Itália — que extrudam devagar, sem aquecer a massa, deixando na superfície aquela textura levemente áspera que segura o molho de um jeito que cilindro industrial não consegue replicar.
O resultado é uma família de massas: tagliatelle, lasanha, ravioli, cappelletti, sorrentino, agnolotti, pansotti, tortelloni, nhoque — formatos com recheios desenvolvidos ao longo de mais de quinze anos, cada um com uma razão de existir. Disponíveis frescos para levar hoje, ou congelados para ter em casa quando a vontade aparecer.
Por que fazemos assim
Não é nostalgia. É uma escolha feita toda manhã.
O movimento Slow Food, criado por Carlo Petrini, parte de uma premissa que o Primo pratica antes de teorizá-la: existem sabores que só existem quando feitos com tempo. A massa não pode ser feita mais rápido sem se tornar outra coisa. O grano duro precisa de tempo para hidratar. A extrusão no bronze precisa ser lenta. O recheio precisa de ingredientes que tenham sabor próprio.
Quando você compra uma massa do Primo, você está comprando o resultado de uma decisão refeita diariamente — a decisão de não cortar caminho.
De franqueado a guardião da marca
Em 2025, o Primo deu seu maior salto.
Nicolas Rodrigues foi o primeiro franqueado da rede. Antes de assumir qualquer posição de comando, ele estava na ponta — abrindo a loja, entendendo o cliente, resolvendo os problemas reais de quem opera um pastifício artesanal no dia a dia. Sorocaba se tornou um modelo de excelência não por acaso, mas porque Nicolas tratou a franquia como se fosse sua desde o primeiro dia. Porque era.
Em 2025, após provar na prática o que funciona e o que não funciona, Nicolas assumiu o comando da rede. O resultado é uma gestão que conhece as dores e as metas de quem está na ponta porque já esteve lá. É a inteligência de campo ditando a estratégia da marca.
Onde estamos
O Primo nasceu em Pinheiros e chegou a Sorocaba trazendo a mesma fábrica, os mesmos processos e o mesmo compromisso: a melhor massa artesanal que você pode encontrar na cidade, feita hoje de manhã.
Você encontra a gente na loja, pelo delivery e nas redes sociais.
Viver é massa.

